Superdesportivos modernos ameaçam Clássicos?



Contemporâneos foram reis dos leilões do primeiro semestre do ano.

Quando se inicia a temporada internacional de leilões, é já possível fazer o balanço do primeiro semestre. O mercado tem estado “morno” e as vendas milionárias, através dos leilões online, não têm abundado. Paralelamente há um outro fenómeno: o crescente peso do superdesportivos modernos.
Em tempos inéditos, resultado da pandemia, as grandes leiloeiras têm vindo progressivamente a misturar nos seus catálogos automóveis Clássicos com modelos exclusivos modernos.
Na hora de fazer um balanço do primeiro semestre de 2020, o modelo que atingiu um maior valor num leilão não foi um Clássico mas sim um Ferrari Enzo, de 2003, vendido pela RM/Sothebys por 2,2 milhões de euros.
No “top 30” das vendas do semestre não faltam superdesportivos modernos, modelos de marcas como a Porsche, McLaren ou Lamborghini.
É claro que dos mesmos fabricantes também existem Clássicos no topo da tabela, mas sempre longe dos valores astronómicos que atingiam no passado recente.
Para se ter uma ideia, no primeiro semestre, nos grandes leilões internacionais, apenas dois automóveis ultrapassaram o milhão de euros: um Ferrari 288 GTO, de 1985 (na imagem), e um Ferrari 275 GTB, de 1966.
Aguardemos pelo que se passa a partir deste fim-de-semana, para ver se estas tendências se mantêm.
Superdesportivos modernos ameaçam Clássicos? Superdesportivos modernos ameaçam Clássicos? Reviewed by Auto Vintage on 31.7.20 Rating: 5

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