Largamente ultrapassada a mítica barreira de um total de 500 milhões de dólares movimentados.
Passada a já habitual “pausa estival”, estamos de volta com um primeiro olhar sobre os leilões de Monterey, que este ano bateram todos os recordes, incluíndo o histórico ano de 2022.
No total, as cinco leiloeiras movimentaram 756 milhões de dólares, não se imitando a estabelecer um novo máximo (ultrapassando largamente, pela primeira vez, a mítica barreira de um total de 500 milhões de dólares), mas, sim, chegando a um valor que nem os mais optimistas previam.
Ao contrário do foi amplamente propalado, não foi o primeiro Ferrari Luce, fabricado este ano – vendido, para fins solidários, por 40 milhões de dólares – o mais valioso dos cinco catálogos. O “campeão” foi um Clássico, o Shelby Cobra Daytona Coupé, de 1964 (a que voltaremos nos próximos dias), vendido pela Gooding/Christie’s por 42.905.000 dólares.
Depois do Cobra e do Ferrari eléctrico colocou-se um dos automóveis que era apontado como um dos “favoritos”, o McLaren F1 GTR, de 1996, ex-Nick Mason, vendido pela RM/Sotheby’s (na imagem) por 34.655.000 dólares.
Nas posições imediatas no top de vendas colocaram-se dois automóveis dos anos 60, um Chevrolet Corvette Grand Sport e um Ferrari 250 P. Dois automóveis do mesmo ano (1963) e vendidos pelo mesmo valor: 18.705.000 dólares.
O primeiro deste último “par” foi vendido pela RM/Sotheby’s – a qual, com 380 milhões, foi a “campeã” de Monterey – e o segundo pela Gooding/Christie’s.
No total, as cinco leiloeiras venderam 818 automóveis, dos 1.078 oferecidos. Mais de 140 por mais de um milhão de dólares…
Foto: RM/Sotheby’s
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24.8.26
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