Leilão da Bonhams: o que se salvou de Zoute


 Todas as outras vertentes do grande evento belga foram canceladas.


Em tempos normais, este seria o fim-de-semana do Zoute Grand Prix, o mais refinado evento de Clássicos e Desportivos do Norte da Europa, que há 11 anos reune centenas de participantes de todo o mundo, no Rali de Regularidade, Concurso de Elegância e outras componentes. De todo o programa apenas se salvou o leilão da Bonhams, que tem lugar no domingo.

Zoute, estância balnear belga, tem vindo a ser o palco de evento que de ano para ano não parou de crescer, em quantidade e qualidade. Amantes do Automóvel de todo o mundo fazem questão em estar presentes no evento, assim como todas as grandes marcas de luxo da actualidade.

Os que habitualmente marcam presença em Zoute constituem, assim, um universo de potenciais clientes de automóveis de valor elevado.

E foi com isso em mente que a Bonhams construiu o seu catálogo para este ano, que acaba por resultar numa venda que será presencial, embora com entradas limitadas.

Tendo como referência o valor estimado, a vedeta do catálogo é um BMW 507 (poderá ultrapassar os dois milhões de euros), que teve como primeiro proprietário o príncipe Constantino da Grécia, sendo que da marca bávara há também em venda um 503 Serie II Cabrio, de 1958, e um 327 Sport Cabriolet, de 1940.

Mercedes (incluindo um 300 SL Roadster), Ferrari, Aston Martin, Lamborghini, Facel Vega e Jaguar são outras marcas com presença no catálogo, onde se destacam algumas peças “curiosas”.

A começar por um Porsche 911 Targa, dotado de um motor 2.7, que foi da Polícia belga, passando por um AC Bristol Roadster, que participou nas 24 Horas de Le Mans de 1960 e terminando num Fiat 514 Coppa del Alpi, de 1931, automóvel que habitualmente participa nas Mille Miglia.

Leilão da Bonhams: o que se salvou de Zoute Leilão da Bonhams: o que se salvou de Zoute Reviewed by Auto Vintage on 9.10.20 Rating: 5

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