José Grosso-Filipe Fernandes, em Mitsubishi Carisma GT, foram os melhores portugueses.
Já uma tradição no programa do Rally de Portugal, a prova dos Clássicos Desportivos deste ano teve vencedores que vieram de longe. Mais exactamente da Letónia, o país da dupla Kalvis Blūms-Raimonds Zeiļuks, que alinharam com um Mitsubishi Lancer Evo VI.
José Grosso – que à última da hora trocou o Fiat 131 Abarth, que não ficou pronto a tempo, pelo Mistubishi Carisma GT, ex-Miguel Campos – navegado por Filipe Fernandes, ficou na terceira posição da Geral, a de melhor português.
Composta por duas das super-especiais do Rally de Portugal, a da Figueira da Foz e a de Lousada, na primeira delas os mais rápidos foram Gonçalo Figueiroa-Francisco Figueiroa, em Ford Escort RS.
Com Paulo Antunes-Tiago Teixeira, em Ford RS 1800, a conseguirem o segundo melhor tempo na Figueira da Foz, as equipas que ficaram no pódio final – resultante do somatório dos tempos das duas especiais–, ainda estavam longe, com José Grosso em quarto, Kalvis Blums em sétimo e a dupla (também da Letónia) Janis Sala-Uldis Fjodorovs, em Audi Sport Qiattro a não ir além da 18ª posição.
Em Lousada, porém tudo foi bem diferente.
Tirando partido da tracção integral no escorregadio traçado de Lousada, Sala-Uldis Fjodorovs estabeleceram o melhor tempo com o Audi Sport Quattro, mas apenas ganharam 1,8 segundos aos seus compatriotas Kalvis Blūms-Raimonds Zeiļuks, que assim terminaram com os melhores no somatório nas duas especiais.
Terceiros em Lousada, José Grosso-Filipe Fernandes seguraram o derradeiro lugar do pódio.
Foto: Rally de Portugal
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12.5.26
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